| aNa B 1
o salto aberto entrava pelas fissuras dos anos pousava nas cascas
finíssimas das rochas embalançando-se nos pântanos
molhados de extraordinária velocidade
uma comoção brusca de manga na marcha das hastes tardias
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uma marcha unanime em sua placidez necessária. ao semear
a narração
o canteiro trespassava-se na sua grandeza de muralha cravada
as cordas de quando os braços sequestrados
um fechamento côncavo de ogivas matinais que se afloram
e as inúmeras fachas arrastando-se piabaixo enrolando-se
ao som
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no esquecimento do crepúsculo embarcado
uma fachada rebocada no seu delírio tossido
por dentro havia a sua magnitude visceral e o seu âmbito de
logro
o seu passeio de alperces por onde de novo a música desce
descalça e parda desfolhando-se
alua-se em estalos a sua rigidez, no mel ao escorregar em sua flexível
largueza
vasta, fónica a sua impulsão
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o tempo e suas altas construções de metal abrangentes
toda a anatomia do sonho
uma casca. casca
ta de papel imprimindo-se um ritmo de unhas ao pescoço desliza
dando-se.
era
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